segunda-feira, 27 de setembro de 2010

“INDEPENDÊCIA OU MORTE”



No dia 7 de setembro de 1822, as margens do rio Ipiranga, que é hoje a cidade de São Paulo, o Príncipe Regente Dom Pedro gritou diante de sua comitiva: “Independência ou Morte!”. Após este dia, começa o processo de emancipação política do Brasil e o fim do domínio Português no país.
           Tentativas anteriores ocorreram e muitas pessoas morreram lutando por este ideal. Um exemplo bastante conhecido é o
Tiradentes. Ele foi executado pela coroa portuguesa por defender a liberdade do Brasil, durante o processo da Inconfidência Mineira.
           No mês de dezembro de 1822, D. Pedro foi declarado imperador do Brasil. Os primeiros países que reconheceram a independência do Brasil foram os Estados Unidos e o México. Portugal exigiu do Brasil o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas que hoje equivalem a pouco mais de 5 milhões de reais para reconhecer a independência de sua ex-
colônia. Sem este dinheiro, D. Pedro recorreu a um empréstimo da Inglaterra. Embora tenha sido de grande valor, este fato histórico não provocou rupturas sociais no Brasil. A população mais pobre não acompanhou ou entendeu o significado da independência. A estrutura agrária continuou sendo a mesma. A escravidão se manteve e a distribuição de renda continuou desigual. A elite agrária, que deu suporte D. Pedro I, foi a camada que mais se beneficiou. O trafico negreiro continuou sendo um comércio altamente lucrativo para a elite.
          O grito da independência, não poderá ser apenas de um homem, tem que ser de um povo, de toda nação brasileira e de sua imensa vontade de mudar o que ainda não foi feito desde os tempos em que éramos colônia.
          Ficamos mais fortes quando unidos gritamos nossa INDEPENDÊNCIA, mas trocamos a palavra MORTE para VIDA. Portanto, a partir de hoje, todo dia 7 de setembro deve ser o dia da “INDEPENDÊNCIA OU VIDA”.



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

OS DESAFIOS AO ENTRAR E SAIR DA UNIVERSIDADE

Em universidades públicas ou particulares, os desafios para escolher um curso superior antes de entrar no meio acadêmico são inúmeros.Direcionar qual, dentre as opções de segmento da carreira durante os anos letivos é umdos grandes desafios para maioria dos alunos do ensino superior no Brasil. Definir o tema de apresentação do TCC (projeto de monografia) e concluír este amplo trabalho é uma das garantias em que o profissional está preparado intelectualmente para exercer a profissão que estuda.
O estudante de jornalismo Cleiderson de Melo escolheu o curso de jornalismo porque sempre gostou muito de escrever. Segundo o jornalista, o que mais revolucionou sua vida durante os 3 anos dentro da faculdade foi a forma de enxergar os meios de comunicação. “A partir do momento que você passa a estudar, você constrói um olhar mais crítico sobre toda matéria que lê, vê ou escuta”, disse Cleiderson. Ele pretende fazer seu projeto de monografia sobre o jornal da associação dos moradores do bairro Nova Cintra. O estudante pretende terminar o TCC, usá-lo profissionalmente com o objetivo de sair da faculdade com emprego garantido.
            Neste mercado de trabalho tão competitivo e cada vez mais exigente, as mudanças no perfil de cada profissional é o que faz toda diferença para obter a famosa estabilidade profissional. No caso do jornalismo, por exemplo, se destacam no mercado de trabalho os repórteres que investem em cursos extracurriculares, falam várias línguas,dominam as diversas mídias sociais.Destacam-se também os que durante a graduação tiram proveito dos laboratórios em diferentes áreas. Os alunos que se esforçam e ingressam em programas de trainee mantidos por empresas de comunicação, saem pro mercado com experiência profissional. “Nunca estagiei na área, mas já fiz publicação em jornal estadual com renome nacional, o jornal Hoje em Dia, através de uma parceria com a faculdade” conta o estudante.
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